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Wed Feb 18 22:37:35 CST 2009

Author: brunolmfg
Date: Wed Feb 18 20:33:45 2009
New Revision: 370


Transposição e revisão da Apresentação da versão 1.4 para a 1.5.

Modified: branches/1.5/book/foreword.xml
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-    <pubdate>Chicago, March 14, 2004.</pubdate>
+    <pubdate>Chicago, 14 de Março de 2004.</pubdate>

-  <title>Foreword</title>
+  <title>Apresentação</title>

-  <para>A bad Frequently Asked Questions (FAQ) sheet is one that is
-    composed not of the questions people actually ask, but of the
-    questions the FAQ's author <emphasis>wishes</emphasis> people
-    would ask.  Perhaps you've seen the type before:</para>
+  <para>Uma base ruim de Perguntas Freqüentes (FAQ), é aquela que é
+    composta não de perguntas que as pessoas realmente fazem, mas
+    de perguntas que o autor da FAQ <emphasis>deseja</emphasis> que
+    as pessoas fizessem.  Talvez você já tenha visto isto antes:</para>

-    <para>Q: How can I use Glorbosoft XYZ to maximize team
-      productivity?</para>
+    <para>P: De que forma posso utilizar o Glorbosoft XYZ para
+      maximizar a produtividade da equipe?</para>

-    <para>A: Many of our customers want to know how they can
-      maximize productivity through our patented office groupware
-      innovations.  The answer is simple.  First, click on the
-      <literal>File</literal> menu, scroll down to
-      <literal>Increase Productivity</literal>,
-      then…</para>
+    <para>R: Muitos dos nossos clientes desejam saber como podem
+      maximizar a produtividade através de nossas inovações patenteadas
+      groupware para escritórios.  A resposta é simples. Primeiro, clique
+      no menu <literal>Arquivo</literal>, desça até a opção
+      <literal>Aumentar Produtividade</literal>,
+      então…</para>

-  <para>The problem with such FAQs is that they are not, in a
-    literal sense, FAQs at all.  No one ever called the tech support
-    line and asked, <quote>How can we maximize
-    productivity?</quote>  Rather, people asked highly specific
-    questions, such as <quote>How can we change the calendaring system
-    to send reminders two days in advance instead of one?</quote>
-    and so on.  But it's a lot easier to make up imaginary
-    Frequently Asked Questions than it is to discover the real ones.
-    Compiling a true FAQ sheet requires a sustained, organized
-    effort: over the lifetime of the software, incoming questions
-    must be tracked, responses monitored, and all gathered into a
-    coherent, searchable whole that reflects the collective
-    experience of users in the wild.  It calls for the patient,
-    observant attitude of a field naturalist.  No grand
-    hypothesizing, no visionary pronouncements here—open eyes
-    and accurate note-taking are what's needed most.</para>
-  <para>What I love about this book is that it grew out of just such
-    a process, and shows it on every page.  It is the direct result
-    of the authors' encounters with users.  It began with Ben
-    Collins-Sussman's observation that people were asking the same
-    basic questions over and over on the Subversion mailing lists:
-    what are the standard workflows to use with Subversion?  Do
-    branches and tags work the same way as in other version control
-    systems?  How can I find out who made a particular change?</para>
-  <para>Frustrated at seeing the same questions day after day, Ben
-    worked intensely over a month in the summer of 2002 to write
-    <citetitle>The Subversion Handbook</citetitle>, a 60-page
-    manual that covered all the basics of using Subversion.  The
-    manual made no pretense of being complete, but it was
-    distributed with Subversion and got users over that initial hump
-    in the learning curve.  When O'Reilly decided to
-    publish a full-length Subversion book, the path of least
-    resistance was obvious: just expand the Subversion
-    handbook.</para>
-  <para>The three coauthors of the new book were thus presented
-    with an unusual opportunity.  Officially, their task was to
-    write a book top-down, starting from a table of contents and an
-    initial draft.  But they also had access to a steady
-    stream—indeed, an uncontrollable geyser—of bottom-up
-    source material.  Subversion was already in the hands of
-    thousands of early adopters, and those users were giving tons of
-    feedback, not only about Subversion, but also about its existing
-    documentation.</para>
-  <para>During the entire time they wrote this book, Ben, Mike, and
-    Brian haunted the Subversion mailing lists and chat rooms
-    incessantly, carefully noting the problems users were having in
-    real-life situations.  Monitoring such feedback was part of their
-    job descriptions at CollabNet anyway, and it gave them a huge
-    advantage when they set out to document Subversion.  The book
-    they produced is grounded firmly in the bedrock of experience,
-    not in the shifting sands of wishful thinking; it combines the
-    best aspects of user manual and FAQ sheet.  This duality might
-    not be noticeable on a first reading.  Taken in order, front to
-    back, the book is simply a straightforward description of a
-    piece of software.  There's the overview, the obligatory guided
-    tour, the chapter on administrative configuration, some advanced
-    topics, and of course, a command reference and troubleshooting
-    guide.  Only when you come back to it later, seeking the
-    solution to some specific problem, does its authenticity shine
-    out: the telling details that can only result from encounters
-    with the unexpected, the examples honed from genuine use cases,
-    and most of all the sensitivity to the user's needs and the
-    user's point of view.</para>
-  <para>Of course, no one can promise that this book will answer
-    every question you have about Subversion.  Sometimes the
-    precision with which it anticipates your questions will seem
-    eerily telepathic; yet occasionally, you will stumble into a
-    hole in the community's knowledge and come away empty-handed.
-    When this happens, the best thing you can do is email
-    <email>users at subversion.tigris.org</email> and present your
-    problem.  The authors are still there and still watching, and the
-    authors include not just the three listed on the cover, but many others
-    who contributed corrections and original material.  From the
-    community's point of view, solving your problem is merely a
-    pleasant side effect of a much larger project—namely,
-    slowly adjusting this book, and ultimately Subversion itself, to
-    more closely match the way people actually use it.  They are
-    eager to hear from you, not only because they can help you, but
-    because you can help them.  With Subversion, as with all active
-    free software projects, <emphasis>you are not
-    alone</emphasis>.</para>
+  <para>O problema com estas bases de FAQ é que eles não são,
+    propriamente ditas, FAQ.  Ninguém nunca liga para o suporte
+    técnico e pergunta <quote>Como nós podemos maximizar a
+    produtividade?</quote>.  Em vez disso, as pessoas fazem perguntas
+    muito mais específicas, por exemplo, <quote>Como podemos alterar o
+    sistema de calendário para enviar lembretes dois dias antes ao
+    invés de um?</quote>, e assim por diante.  Mas é muito mais fácil
+    forjar Perguntas Freqüentes imaginárias do que descobrir as
+    verdadeiras.  Compilar uma verdadeira base de FAQ exige um
+    esforço contínuo e organizado: através do ciclo de vida do
+    software, as questões que chegam devem ser rastreadas, respostas
+    monitoradas, e tudo deve ser reunido em um todo coerente e
+    pesquisável que reflete a experiência coletiva dos usuários
+    em seu mundo.  Isto requer a paciência e a atitude observadora de
+    um cientista.  Nenhuma grande teoria ou pronunciamentos visionários
+    aqui—olhos abertos e anotações precisas são o principal.</para>
+  <para>O que eu amo neste livro é que ele surgiu deste processo, e isto
+    é evidenciado em cada página.  Ele é o resultado direto dos encontros
+    entre os autores e usuários.  Ele começou quando Ben Collins-Sussman
+    observou que as pessoas estavam fazendo as mesmas perguntas básicas
+    diversas vezes nas listas de discussão do Subversion: Quais são os
+    procedimentos-padrão para se utilizar o Subversion?  Criar ramos e
+    rótulos funcionam da mesma forma como em outros sistemas de controle
+    de versão?  Como posso saber quem fez uma mudança específica?</para>
+  <para>Frustrado em ver as mesmas questões dia após dia, Ben
+    trabalhou intensamente durante um mês no verão de 2002 para escrever
+    <citetitle>The Subversion Handbook</citetitle>, um manual de sessenta
+    páginas que cobriu todos os princípios básicos do Subversion.  O
+    manual não tinha a pretensão de ser completo, mas ele foi distribuído
+    com o Subversion e auxiliou os usuários a ultrapassar as
+    dificuldades iniciais na curva de aprendizado.  Quando a O'Reilly
+    decidiu publicar um livro completo sobre o Subversion, o caminho
+    menos crítico estava óbvio: apenas estender o livro de mão do
+    Subversion.</para>
+  <para>Os três co-autores do novo livro foram, então, apresentados a uma
+    oportunidade ímpar.  Oficialmente, sua tarefa era escrever um
+    livro numa abordagem top-down, iniciando a partir de um sumário e um
+    esboço inicial.  Mas eles também tinham acesso a um fluxo
+    constante—de fato, um gêiser incontrolável—de conteúdo de
+    origem bottom-up.  O Subversion já esteve nas mãos de centenas de
+    adotantes iniciais, e estes usuários foram obtendo toneladas de
+    feedback, não apenas sobre o Subversion, mas também sobre sua
+    documentação existente.</para>
+  <para>Durante todo o tempo em que eles escreveram este livro, Ben, Mike,
+    e Brian habitaram as listas de discussão e salas de bate-papo do  
+    registrando cuidadosamente os problemas que os usuário estavam tendo em
+    situações reais.  Monitorar este feedback fazia parte da descrição de
+    sua função na CollabNet de todo jeito, e isto lhe deu uma enorme
+    vantagem quando começaram a documentar o Subversion.  O livro que
+    eles produziram é solidamente fundamentado na rocha da experiência,
+    não nas areias mutáveis da ilusão; ele combina os melhores aspectos
+    de um manual de usuário e uma base de FAQ.  Esta dualidade talvez não
+    seja perceptível em uma primeira leitura.  Lido na ordem, do início
+    para o fim, o livro é uma descrição bem direta de uma peça de
+    software.  Existe a visão geral, o roteiro obrigatório, o capítulo
+    sobre configuração administrativa, alguns tópicos avançados, e
+    certamente, uma referência de comandos e um guia de resolução de
+    problemas.  Somente quando você o ler novamente mais tarde,
+    procurando a solução para um problema específico, é que sua
+    autenticidade reluzirá: os detalhes de percurso que só podem advir de
+    encontros com o inesperado, os exemplos surgidos de casos de uso
+    reais, e muito de toda a sensibilidade das necessidades e pontos
+    de vista do usuário.</para>
+  <para>É claro, ninguém pode prometer que este livro responderá
+    todas as questões que você tenha sobre o Subversion.  Algumas vezes
+    a precisão com que ele antecipa suas perguntas parecerá  
+    telepática; ainda sim, ocasionalmente, você tropeçará em algum
+    buraco no conhecimento da comunidade e sairá de mão vazias.
+    Quando isto acontecer, a melhor coisa a fazer é enviar um email para
+    <email>users at subversion.tigris.org</email> e apresentar seu
+    problema. Os autores ainda estão lá e continuam observando, e
+    não somente os três listados na capa, mas muitos outros que
+    contribuíram com correções e materiais originais.  Do ponto de
+    vista da comunidade, resolver o seu problema é apenas um
+    lado agradável conseqüente de um projeto muito maior—realmente,
+    o ajuste paulatino deste livro, e em último caso, do próprio  
+    para ver mais de perto como as pessoas o utilizam.  Eles estão
+    ansiosos para ouvir de você, não apenas porque eles querem ajudá-lo,
+    mas porque você também os ajuda.  Com o Subversion, assim como em todo
+    projeto ativo de software livre, <emphasis>você não está
+    sozinho</emphasis>.</para>

-  <para>Let this book be your first companion.</para>
+  <para>Que este livro seja seu primeiro companheiro.</para>


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